quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

The peanut incident

Três dos 4 autores do 'Momentos de Clareza' testemunharam o acontecimento que menciono no título. Lembrei-me recentemente que o dito cujo merecia ser mencionado aqui e vou assim passar a relatar exactamente o que se passou.

Ora em uma das nossas muitas noites de copos, gajas, copos, amendoins, gajas e copos, encontrámo-nos num bar com as nossas loiras (bem, no meu caso era ruiva mas pronto são promenores) e eis que nos surge um desejo não incontrolável mas um desejo apesar de tudo de amendoins. Não é o nosso espanto quando os amendoins tinham acabado. Escusado será dizer que ficámos desolados! Mas pessoas cheias de recursos que somos passámos logicamente para o que eu chamo de "Alternativa quase igualmente agradável(tm)" - Os tremoços.
E vieram os tremoços e lá o nosso desejo foi de certa maneira extinguido. Mas quando as memórias do incidente dos amendoins estavam a desaparecer assim como os tremoços descobrimos que o desejo era maior que a quantidade de tremoços existentes... O que fazer senão requisitar mais uma dose. E aí o mundo como o conhecemos caiu por terra! Tinhamos acabado também com os tremoços!

Conclusão... Em que mundo estamos nós em que um bar (cujo nome ficará por mencionar) fica sem amendoins e tremoços!

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Americanos

Eu tenho a certeza que este filme podia ter sido feito com pessoas de qualquer parte do mundo, mas a verdade é que dá um gostinho especial ter sido feito com americanos.

Prioridades

As cidades andam cada vez mais preocupadas com a qualidade de vida dos seus cidadãos, ou pelo menos deveriam. Exemplos disso são as novas urbanizações, a valoriação de espaços lúdicos,como campos de desporto,jardins, parques da cidade que hoje estão muito na moda. Muitas delas estão particularmente empenhadas no meio ambiente, com pontos verdes, ciclovias e limpeza de pavimento, e era precisamente aqui que queria chegar. As prioridades com que são executadas parecem-me erradas senao vejamos, ultimamente é frequente ver-se em várias localidades,principalmente aquelas mais visitadas por turistas (quer nacionais quer estrangeiros) aquelas viaturias dedicadas ao pavimento, que andam pela estrada a projectar agua, com umas vassouras a rodopiar e um aspirador a puxar o lixo... isto no pavimento dos automoveis o que defacto não me parece ser la muito util....
Sim senhora muito do lixo fica justaposto entre o alcatrao e o passeio dos peões, mas não seria mais util em vez de andarem a limpar o pavimento rodoviário, limparem o pavimento dos peões, que muito frequentemente se encontram inundados dos mais tipos variados de lixo, desde liquidos com aspecto esquesito a algo mais solido saido dos muito estimados animais de estimação que toda a gente os adora, ate os pisar!!!!

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

Não sou o que pareço...

Isto porque pelos vistos eu sou simplesmente 'um puto teimoso de 15 anos' que só pensa nele e que não quer saber.

Se estão a pensar que não entendem de onde isto vem não se preocupem... Não é suposto entenderem! Foi um desabafo de um grande momento de trevas...

domingo, 18 de fevereiro de 2007

Reacções

Porque será que quando alguem indica que naquele local cheira mal, a primeira reacção de quem está por perto consiste em inspirar fundo e realmente constatar que cheira mesmo mal!!!! Se fosse algo agradavel, tipo epah isto cheira bem, ainda se compreende que as restantes pessoas que por perto la estejam queiram sentir o mesmo aroma agradavel, mas quando é o oposto as pessoas que ainda nao se aperceberam do cheiro desagradavel não deveria pelo menos tapar o nariz!!!

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

A clareza da vida!

Eu não quero ser um assassino,
mas só me apetece matar!
Se descobrisse o criador do destino,
sua sorte iria mudar.
Quero disparar balas no seu peio,
cuspir no seu corpo sem qualquer respeito.
Ah! Poder arrancar-lhe o coração,
sentir o sangue quente na mão!
Mas antes de acto tão medonho,
eu iria querer perguntar:
Afinal, como pode uma vida que seria de sonho,
numa vida de nada se transformar?

Relatividade

Foi levantada num comentário ao post anterior uma questão interessante sobre a relatividade do tempo. Não a relatividade no sentido físico do termo, mas no sentido psicológico.
Uma das explicações mais exemplificativas que eu já ouvi sobre relatividade, foi dada pelo próprio pai da teoria da relatividade, Albert Einstein:
Put your hand on a hot stove for a minute, and it seems like an hour. Sit with a pretty girl for an hour, and it seems like a minute. THAT'S relativity.
Para responder à tua pergunta Yoseph, para mim 3/4 de hora parece-me mais que 45 minutos, talvez por 3/4 ser 75% de alguma coisa. Por outro lado 1/4 de hora parece-me menos de 15 minutos.

Isto no entanto é a minha perspectiva actual, se calhar se me fizeres a pergunta daqui a um mês já sou capaz de te dizer o contrário. Isto não quer dizer que eu esteja a ser inconsistente, quer simplesmente dizer que a minha perspectiva mudou.

Os olhos também falam

Hoje no metro reparei que estava uma pessoa a falar com outra frente a frente de óculos de sol. Ora eu acho isto algo que não se deve fazer. Senão vejamos, muito se diz pelos olhos: se tás na tanga, se tás a falar a sério, se tás na tanga em relação a falar a sério... Assim, penso que não se deve fazer. Existem excepções claro... Imaginemos que o sol te está a ofuscar a visão, nesse caso é aceitável que mantenhas os óculos de sol e estando o sol tão directo provavelmente a outra pessoa consegue-te ver os olhos (a não ser que tenhas uns dakeles q reflectem tudo e mais alguma coisa em que tudo o q a pessoa veria seria a sua própria cara). Assim como é aceitável se não estiveres frente a frente com a pessoa e sim a caminhar e simplesmente a falar uma com a outra viradas ambas para a direcção para onde estão a caminhar.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Mais uma quarta-feira

Ora este dia a que chamam 'Dia dos Namorados' é uma trata... E, ao contrário do que poderá parecer, não digo isto por inveja mas simplesmente pelo facto de que não concordo em haver um dia dedicado áquela pessoa especial e no qual se lhe tem de dizer exactamente isso: Que é especial.

No meu ponto de vista é dada importância demais (mais por um dos sexos que o outro é certo) a este dia singular. Se a pessoa é realmente especial não é necessário haver um dia dedicado a exprimir e fazer a pessoa saber isso... É algo que, sendo genuino, acontece naturalmente cada dia e não só por palavras e presentes.

Caros visionários... Contribuam para a clareza!

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Eis...

...o novo glossário!