Pesquisa recentes, suportada pela mais alta tecnologia existente vêm comprovar aquilo que à muito se julgava como adequirido através do "senso comum" mas que nunca ninguem ousou tão pouco questionar. Até que subitamente surge nos meandros da net um blog que lança o sopro que vai retirar a poeira que até agora encobria o mito. Baseado num estudo que abrange 100% da população (há lá coisa mais certa?). Pois bem a comprovar o estudo baseia-se na neste blog e nos seus criadores os tais 100 % e compara com o indice MQS1024-768 ( metro quadrado de site produzid0 em resolução 1024 x 768) e a destribuição temporal do crescimento do mesmo indice. Pois bem a distribuição de posts no mesmo blog e completamenteviciado um periodo temporal que coincide com o arranque do mesmo.
Sendo assim o mesmo estudo conclui: "O visionarismo não é quand ose quer! é quando se pode !"
Ficha tecnica:
-tecnologia utilizada:
terça-feira, 21 de fevereiro de 2006
o intemporalismo da claridade
Momento de Clareza de
Carlos Figueiredo
às
22:05
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5 comentários:
Desejo primeiro, exprimir a minha admiração pela tecnologia utilizada neste estudo pois de facto parece ser da mais alta que existe!
Em segundo lugar tenho uma pequena dúvida. E se a minha resolução for 1152*864? A conclusão a que se chega "O visionarismo não é quando se quer! É quando se pode!" é alterada de algma forma ou o estudo teve em consideração as variações da resolução que podem de facto existir. Não se correrá o risco de por um erro de cálculo a conclusão passe a ser: "O visionarismo não é quando se quer! É quando a porca torçe o rabo!"
carissimo ma man, como e obvio existem formulas matematicas que tratam de efectuar esas conversões.
Uma mente simples como a sua seria incapaz de as perceber pelo que não me vou dar ao trabalho de as demonstrar :D
Agora a teoria de a porta torcer o rabo essa sim parece-me interessante. Tem dados sobre a torcidela do rabo da porca?
Hummm, pois, realmente nunca tinha pensado nisso...
Pois claro que não!!! ora se qq gajo se lembra-se de uma coisa assim então não seria certamente um momento de clareza. Que concerteza ninguem se atrave a dizer que não o tenha sido!
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